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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão colheu nesta quinta-feira (12/11) os depoimentos do ex-suplente do conselho fiscal da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros), Sérgio Salgado e do diretor de Participações Societárias e Imobiliárias da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), Carlos Augusto Borges.

Salgado relatou a comissão casos irregulares de compra de ações relativas à Itaúsa – holding controladora de diversos empreendimentos – e à Lupatech – empresa com negócios no setor de petróleo e gás.  De acordo com o ex-suplente, o comitê de investimentos da Petros não foi chamado para avaliar o negócio.

O relator da CPI, deputado federal Sérgio Souza (PMDB-PR), avaliou que faltam provas das denúncias de Salgado. “Não sabemos se o prejuízo é resultado de mercado ou se realmente foi intencional”, disse.

Funcef

Questionado pelo relator da CPI, Borges confirmou que se reuniu com Alberto Youssef, delator da operação Lava Jato. De acordo com o diretor da Funcef, Youssef ofereceu investimento ao fundo, que não foi adiante por não fazer parte da política da fundação. O encontro teria sido um pedido do ex-deputado André Vargas.

Antes, Borges detalhou aos deputados os investimentos da Funcef. De 2011 a 2014, segundo ele, só investimentos em renda variável e no Ibovespa não cumpriram a meta atuarial. Durante várias vezes, os beneficiários do fundo manifestaram indignação, com vaias e burburinhos.

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