Foto: Agência Câmara
Sérgio Souza interrogando o ex-presidente do Postalis, Alexej Predtechensky, na CPI

Relator da CPI dos Fundos de Pensão, o deputado Sérgio Souza (MDB-PR) comentou decisão proferida nesta terça-feira (22) pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a BNY Mellon Ativos e a BNY Mellon DTVM, além dos operadores Eugênio Holanda, Carlos Farias e Eduardo Saad, a pagarem multa de R$ 120 milhões por fraude ao Fundo de Pensão dos Correios, o Postalis.

Os prejuízos causados aos Fundos não só dos Correios, mas da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobrás foram alvo de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que deu subsídio às investigações que resultaram na operação Greenfield da Polícia Federal.

Sérgio Souza lembra que o relatório apresentado solicitou fez mais de 350 indiciamentos e detectou um rombo de R$ 6,6 bilhões. “Fizemos um trabalho diferenciado o que nos rendeu bons resultados. Ver que o nosso trabalho contribui e serve como instrumento de colaboração para que a justiça seja feita é bom demais”, destaca o parlamentar.

A CVM também proibiu o ex-presidente do Postalis Alexej Predtechensky, o ex-diretor financeiro Adilson da Costa e o ex-diretor da BNY Mellon Ativos e da DTVM José Carlos de Oliveira de atuarem no mercado de valores mobiliários por 70 meses. A BNY Mellon DTVM foi absolvida da acusação de embaraço à fiscalização da CVM.

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